terça-feira, novembro 20, 2012

Vaidade...

Vaidade
Acho tão engraçado alguns colegas de profissão, tem gente tão, mais tão vaidosa...que com vergonha de dizer que desconhece determinado assunto, me pergunta as coisas via e-mail ou como anônimo. Tsc!...Eu nunca tive vergonha de perguntar nada, acho que assim demonstramos interesse e, dependendo do tipo de pergunta, faz com que a pessoa que está sendo consultada pesquise mais para ter uma resposta bastante objetiva, ainda mais nos dias de hoje que temos vários "gênios" na internet, com a sua genialidade Ctrl C + Ctrl V.
Tenho citado alguns trabalhos aqui, postei material sobre eles e claro que falo apenas daquilo que desenvolvi e executei, não sou sabedor de tudo ou seria um gênio, estou longe disso, muitas das empreitadas que estão aqui descritas foram realizadas em equipe.
Não sei falar de assuntos que não me são afetos (ROI - por exemplo).
Querendo consultoria identifique-se que eu repasso seu e-mail para o profissional capacitado.
Abraço! 
P.S. A propósito a imagem ao lado, copiei na internet de um BLOG, que toca nesse assunto: "Vaidade"! Copiei de propósito ela retrata bem o que quero dizer, inclusive com relação a genialidade GOOGLE + Ctrl C + Ctrl V. Tem um link na imagem e conheça o conteúdo.

Wallpaper do BLOG

Ontem me fizeram algumas perguntas sobre o wallpaper do meu BLOG:
Fundo de repetição (definitivo)
  1. Quem havia produzido?
    Eu;
  2. Porque não coloquei elementos mais modernos como representação da profissão?
    O designer usa essas ferramentas para elaborar e finaliza no computador, não vejo com bons olhos projetar direto na tela (mas sei fazê-lo) e além do mais sou desse tempo, então porque não colocar um par de esquadros, transferidor, lápis, um PC do século passado, etc, etc ?...rs;
  3. Porque da opção das cores?
    Para lembrar minhas origens na prefeitura e sua I.V. (azul), mas testei outras e como gosto da minha escola resolvi fazer uma homenagem;
  4. Como criou o efeito de ladrilho sem deformar?
    Ahhhh, usei um macete!...editei em HTML e personalizei o formato de acordo com a média dos tamanhos de monitores wide 21', deve dar uma diferença pequena aqui e ali, massss...; 
  5. Qual foi o processo?
    Bom, primeiro fiz os desenhos no Corel, mas poderia ser em qualquer programa gráfico, Illustrator, FreeHand, 3D Studio,etc...; depois formatei-os em pixels, exportei em JPEG, editei no Photoshop, testei no DreamWeaver e salvei;
  6. Inseri a imagem pelo template do site, ajustei-a;
  7. Pronto, nada de mais.

Fundo em amarelo (teste)
Cabeçalho
Não estou usando
Confecção em Corel
Acho que, para quem não domina html, xml, dhtml, asp, java ou outra linguagem para internet, o ideal é optar pelos templates existentes nos provedores dos BLOG´s, são simples e fáceis de manuseio, o do blogspot é facílimo, experimente! E todos vem com um menu Help(ajuda) ensinando personalizá-los sem muita dificuldade. Mas se você quer fazer algo mais apurado em HTML e não sabe mexer em programação, não tente sem antes ter uma cópia dos códigos. ok?! Na internet existem várias dicas sobre HTML e editores gratuitos, mas cuidado tem muita porcaria, vírus, malwares, phishings, etc...tem um monte de gente mal intencionada querendo atrapalhar a vida alheia.
Tchauu!

domingo, novembro 18, 2012

Ambientação e decoração de PDV´s

Mascote da J&J

Móbiles dos mascotes
Agora que entrei nesse assunto de loja, percebi que fiz uma descrição suscinta do que realmente é um PDV, principalmente ao que tange a ambientação e decoração. Não posso deixar de usar como referência o PDV´s da linha infantil que projetamos eu e Orlando Lomardo para as redes de farmácia naquela período (2001 a 2008). Todo fundamentos básicos de marketing foram utilizadas nesse empreendimento: o visual, auditivo, o tátil e olfativo. Mas como assim? De que maneira? Usando elementos que compunham uma imagem limpa, objetiva, atrativa para o consumidor e facilitando sua percepção dos sentidos nos produtos expostos no mobiliário sem
competição entre os mesmos. É óbvio que na arrumação das mercadorias seriam dispostas de acordo com o grau de interesses dos fabricantes em parceria com o comércio, evidenciar este ou aquele produto era sazonalmente decidido de acordo com as necessidades do mercado. O uso da televisão (hoje tão comum), foi usada como uma ferramenta de entretenimento da criançada, ampliando o tempo de escolha dos produtos
Móbiles
sem se preocupar com a impaciência da criança em permanecer num mesmo local durante um longo período. Para compor a distração infantil, foi acoplado um vídeo cassete(coisa antiga, hoje seria um pendrive!) que fornecia um passatempo para a criançada com desenhos e um pour pouri de filmes infantis que, além de distraí-los, atuava como ponto de venda dos mesmos e sem ônus para o comércio e indústria, formalizando mais uma parceria comercial. Em suma tudo muito bem pensado e problema da concorrência entre produtos. 
O posicionamento das mercadorias no móvel/gôndola foi dimensionado em graus de importância e começando de baixo para cima. Essas faixas começavam pelo uso do gaveteiro como um mini depósito de reposição de mercadorias era o único posicionamento fixo, as demais faixas de mercadorias eram variáveis em função sazonalidade do mercado ou em função dos acordos comerciais entre indústria e comércio, a pessoa do repositor era peça fundamental nessa operação. Um móvel infantil com produtos tão coloridos e de grande valor agregado não pode ser considerada, apenas, a compra por necessidade ou então corremos o risco de só vender fraldas, era tudo muito bem pensado, sinalização diferenciada e com muito suporte de material gráfico. Móbiles no teto, testeiras promocionais coloridas, duratrans com backlight, brindes, sorteios e o Floor graphics no piso compunham a ambientação dos primeiros PDV´s. Após fixação da idéia do PDV, a parafernália foi diminuindo e ficando mais clean como descreveremos adiante. Numa primeira instância era carnavalesco propositalmente, corremos um risco imensurável de tudo dar errado e inveredarmos por um caminho sem volta: o descrédito na praça. O material gráfico, de ambientação, projeto do mobiliário,etc, etc,...ou seja toda parte de design era de minha inteira responsabilidade, mas o conteúdo, o posicionamento, as promoções, as ações de meshandising, etc...eram decididas entre a indústria e os representantes do comércio ou seja, era tudo um grande contrato de risco...
Móbiles
Móbiles
Móbile Balão
Planograma de instalação dos móbiles
Acho engraçado as avaliações que as pessoas dão para material visual gráfico: é bunitim!; bem colorido né?!; bem bolado; tão feio; tá bunitinhú; gostei; não gostei; etc...simples assim! Não fazem a menor idéia do trabalho que dá para produzir um material de qualidade, lamentável!...As crianças e mascotes do "Cantinho Infantil", por exemplo, as imagens não eram fornecidas pela indústria editadas ou produzidas, na maioria das  vezes vinham em baixa resolução ou retiradas de algum material gráfico já impresso ou outro método, tínhamos que editar e compor ou recompor cada uma delas, elaborá-las, enviá-las para aprovação e tudo isso com aqueles prazos exíguos. No caso dos encartes, especificamente, o material era separado pelo Orlando Lomardo da indústria ou diretamente do comércio, então era feito um recibo de retirada sobre nossa responsabilidade, este material era enviado para o fotógrafo Luiz Alberto Medeiros que fotografava com fundo chroma key, em alta resolução e depois eu editava, variando a definição para cada material. Algumas, felizmente, já existiam num catálogo em alta na página da indústria, que facilitava um pouco, mas a maioria das vezes erámos nós que executávamos tudo.
Mas enfim, dava tudo certo! O sucesso foi total e se expandiu, como veremos adiante e hoje virou lugar comum, acho que o mercado está precisando de um novo "UP" diferencial.

segunda-feira, novembro 12, 2012

Design interativo(assistivo) para uma nova pirâmide etária

Pirâmide etária absoluta
Clique para ampliar ou ir para IBGE 
Tenho acompanhado as estatísticas sobre a mudança da pirâmide etária brasileira e percebi a necessidade que nós população e, principalmente, nós designers discutirmos nosso posicionamento em relação a essa mudança radical de valores. O que estamos pensando em matéria de design para as faixas etárias ascendentes da população? Seja no que tange a industrialização de produtos para essa faixa, seja em acessibilidade, sinalização,etc...
Se observarmos as pirâmides gráficas do IBGE relacionadas ao assunto(muito interessante), veremos nossa população está envelhecendo e rápido, acredito que não estamos preparados para esse envelhecimento precoce.
Pirâmide por sexo e idade
Clique para ampliar ou ir para IBGE
A tecnologia pode ajudar? Mas de que maneira? Interatividade? Talvez!...Temos que analisar que essas faixas também possuem, em tese, uma situação financeira mais estável, também é consumidora, determinada e muito exigente.Acho que até o material gráfico deveria ser revisto! Tenho muita dificuldade em ler o material despejado pela indústria, as sinalizações mal feitas, jornais, manuais, bulas..., seja pela tipologia empregada, seja pelo tamanho da fonte, cor, etc...E ainda não cheguei na terceira idade! Acho que essa discussão é muito maior que apenas um texto de um blog, de uma profissão ou de um indivíduo, é uma discussão de todos.
Vamos começar pelo material gráfico, que parece ser o mais rápido e fácil de explicar:
- O tamanho das fontes usadas são de fácil leitura;
Na maioria das vezes, não! A tipologia ideal deve ser bastonada e a fonte nunca menor que corpo 12( e olhe lá!!!!);
- Manuais e catálogos são compreensíveis?
Acho que só para quem o elaborou, pior ainda quando o produto é fabricado na China acho que nem eles entendem o que escreveram ali;
- As telas touchscreen são de fáceis masuseio e entendimento?;
Para quem está entrosado com o meio tecnológico é bem simples, mas para o leigo e idosos, isso somado com as pictografias empregadas...tsc;
- Os pictogramas são inteligíveis?
Nem um pouco, até para alguns jovens;
- Sinalizações nas cidades informativas tem boa visibilidade?(não é de trânsito);
Que sinalização?!;
- Os mapas são turísticos são esclarecedores?
Qua mapa? Da onde?Isso é um mapa? Está de cabeça para baixo!...; 
- Etc...;
Acredito que nós designers, arquitetos, publicitários, engenheiros, etc...deveríamos nos reunir junto com as diversas camadas, desta nova sociedade, e elaborarmos um plano conjunto visando normatizar uma série de novidades que surgirão com esse novo perfil de sociedade.


ESTÃO ME COBRANDO A CONTINUAÇÃO DOS COMENTÁRIOS SOBRE  MATERIAL GRÁFICO PARA A NOVA PIRÂMIDE ETÁRIA, SÓ QUERO DEIXAR CLARO QUE ESTOU PESQUISANDO E O QUE VOU ESCREVER, REFLETE APENAS,A MINHA OPINIÃO PESSOAL, NÃO É UM POSICIONAMENTO DE ÓRGÃOS OU ASSOCIAÇÕES NORMATIVAS.
OBRIGADO!

quinta-feira, novembro 08, 2012

Conceito do "Store in Store"

O conceito do "Store in store" não é novidade, o que hoje virou uma febre da indústria e do comércio, existe há muitos anos, contrariando o que muitos, colegas, apresentam como inovador com esse tipo de merchandising. A idéia, basicamente, é a implantação de um PDV - ponto de venda, diferenciado dentro de uma loja, de preferência sem agredir, podendo ser uma gôndola, um espaço, um mobiliário, uma lojinha ou outro tipo de interferência diferenciado.
Proposta 1 (gôndola tradicional)
Móvel simples
No início do século XXI (parece que foi ontem), mais precisamente no ano de 2001, fui convidado pelo executivo de marketing Orlando Lomardo para desenvolver um projeto de parceria entre a indústria farmacêutica, que ele representava, e as redes de farmácias. O projeto que consistia em alavancar as vendas de uma linha infantil da indústria farmacêutica com um PDV diferenciado, ações múltiplas de marketing e mershanding. Para o leigo ou aquele que acredita que marketing não é ciência, logo imagina: "Oras, é só fazer um material de propaganda criativo e chamativo direcionado para as mães e crianças, alguns brindes, etc!"...Não  é bem assim! Tem toda uma ciência por trás e técnicas mistas e investimento. Dinheiro investido é dinheiro comprometido. Além disso tem cronograna de retorno do investimento ou então o investimento vira prejuízo. Mas como seduzir os consumidores? Como atraí-los para dentro das lojas? Qual seria o comportamento desse consumidor diante do inesperado? Como criar algo diferenciado e agradável, mas sem sair do convencional? Como esse mobiliário poderia alavancar as vendas? Como aplicar esse conceito sem agredir o resto dos expositores? As mães e futuras mamães tem que ter algum entretenimento? E crianças deverão ter uma área de lazer? Pensamos em várias soluções, play-grounds com entretenimentos(imagine a bagunça e um acidente?Crianças são imprevisíveis), jogos infantis, brindes,etc...Bem, como diria um velho ditado: Duas cabeças raciocinam melhor do que uma, no nosso caso eramos três(nós e a representante da rede). Enfim chegamos a uma conclusão: que tal um quartinho de Bebê, com tudo isso, mais toucador e sem o risco dos acidentes de um playground?! Óbvio, né! Que nada...ninguém ousava a sair do trivial, mas uma rede de farmácias inovadora e vanguardista, topou e emplacamos, assim, nosso primeiro trabalho.
Móvel sem ambientação
Móvel com ambientação parcial
Depois daquele brainstorm tradicional, com várias propostas de PDV, concluimos que o ideal era, além de criar um mobiliário típico de quarto de bebê, termos uma ornamentação e uma ambientação periférica e, assim, criamos uma gôndola com cara de mobiliário infantil! Ficamos entre o corner e o store, propriamente dito, como diriam os puristas de marketing. Então, desenvolvemos estantes para quarto de crianças, com gaveteiro, televisão, testeira coloridas, etc...e para diferenciar colocamos testeiras para dar um toque comercial na coisa...ficou horrível! Os primeiros estudos não foram os melhores eram agressivos demais, interferiam no fluxo das lojas, extrapolavam nas cores, enfim, não agradaram. E como faríamos para industrializar o mobilário, planejar os espaços de acordo com as diversas metragens sem onerar o preço? Fizemos um levantamento pensando no que havia de disponível no mercado:
  1. Displays de papelão;
    Mas ficaríamos presos as formatações, as diversas metragens de espaços e suas adequações,  a uma vida útil limitada.
  2. Gôndolas de aço;
    Horríveis, com cara de supermercado (porém bem mais baratas), pesadas demais para representar um quarto infantil.
  3. Display em acrílico ou spectar moldado com efeitos futuristas;
    Futuristas de mais e caríssimos;
  4. Móveis comuns de crianças;
    Lugar comum e não era um quarto de criança que queríamos.
  5. Móveis infantis planejados e articulados;
    Talvez estivesse aí a boa idéia.
  6. Etc;...
Em tese, tudo muito fácil! Fácil? Talvez para os dias de hoje, mas naquela época tudo era novidade e muito receio no investimento, afinal estávamos em pleno período de recessão.
Loja Barra Shopping
Floor Graphics Barra Shopping
Como o primeiro estudo não foi aprovado, partimos para um estudo mais profundo de observações sobre o comportamento das mães com ou sem bebê no colo, percebemos que criança não tem muita paciência para ficar muito tempo sentadas em frente a um objeto inanimado e sem cores. Eureka! Daí saiu nosso primeiro grande trunfo: TV com desenho animado! Grande novidade!?...diriam alguns dos marketeiros Ctrl C + Ctrl V. Hoje é mole e além do mais depois de implantado e testado tudo é fácil! Naquela época era na base do vídeo cassete, DVD tinha um preço distante. E o piso? Placas de EVA emborrachadas personalizados...grande idéia! Mas e o custo? A manutenção? E o perigo de uma criança se acidentar? Onde achar fabricantes que personalizassem o EVA em pequena quantidade? Atualmente você tem uma ferramenta chamada Google que se encontra de tudo em qualquer lugar do Brasil e do mundo, naquela ocasião era como tirar leite de pedra, difícil de achar e caros! Mas,enfim, encontramos uma solução rápida e barata: Floor Graphics, passadeira promocional ou outro nome qualquer em inglês, que alguns colegas adoram usar para impressionar. Sabe aquela propaganda adesivada no chão tão comum hoje (não era), só que ao invés de propaganda apenas , fizemos um tapete com motivos infantis agregados aos mascotes promocionais da marca !
Mascotes promocionais
Mascotes promocionais
O móbiliário era constituido de várias estantes/gôndolas brancas, sem cantos vivos, cantos boleados em tons pastel, uma testeira colorida, móbiles no teto, gaveteiros na parte inferior e backlights em duratrans. Eram realmente muito chamativos. Cada um dos ítens relacionados tinha um porque que descreverei adiante no detalhamento de ambientação.
O importante é que emplacamos nosso primeiro projeto, talvez vocês achem primário para os dias de hoje mas um grande mudança para a época. Criamos uma identidade visual para os produtos da linha infantil, crescemos saindo de apenas uma rede de farmácia para outras, criando uma nova forma de ver pela concorrência e alavancando as vendas. O projeto era tão bom que foi reproduzido(para não dizer copiado) na essência pelos concorrentes, achei uma imagem de um projeto que se não é idêntico é bem próximo do nosso.
Testeira Bonsucesso
Simulação
Móvel Bonsucesso

Móbiles Barra Shopping
Concorrente

segunda-feira, setembro 17, 2012

Pictogramas para Idosos e outros

PICTOGRAMAS DA ABNT

Olá!  I'm back...

Estive ausente, mas para me manter atuante, resolvi falar sobre o pictograma adotado para os idosos. Sei que tenho o expertise, tenho a experiência, algum domínio  sobre o tema e que poderia simplesmente executar minha tarefa e pronto, mas acredito que deveríamos ter uma discussão maior sobre a abordagem do tema e consultarmos a outra parte interessada: Os idosos. Não achei nada legal a forma empregada pela ABNT para identificar o idoso, estão representando o idoso ou um moribundo? Enfim...isso é o que está sendo usado(veja na placa ao lado).
Neste mês me foi solicitado um estudo para um material gráfico destinado aos idosos (antes de mais nada friso que design é um técnico e não apenas um artista, ainda mais quando se lida com linguagem universal de comunicação). Então, ao invés de criar algo "bonitinho" e com uma linguagem fisiológica, procurei pesquisar as pictografias existentes no mundo e sintetizá-la num desenho que representasse um somatório de tudo, em uma referência inteligível universalmente(estamos em tempo de eventos mundiais)... Não pude!. Como trabalho em um órgão público tenho que usar algo que tenha sido definido pela ABNT ou ANTT ou outro órgão gestor de normas, numa primeira instância procurei ser o mais fidedigno possível ao proposto pela ABNT. Não deu! Ruim de mais, depreciativo a terceira idade!...Vejam acima e à esquerda! Não sei quem executou e nem quem propôs esses pictogramas, mas eu me sentiria excluído e descriminado se fôsse representado dessa forma, prestem bem a atenção no idoso e no obeso! O obeso até dá para aceitar mas o idoso, coitado, parece que vai cair! Tentei mudar mas não foi possível, existem regras, então sugeri algo menos agressivo e é o que será usado (embaixo à direita), apesar de não ser o ideal. Pior, ainda, é a placa proibição de travessia de idosos que encontrei na web (felizmente ela não existe oficialmente em sinalização), a barra de proibição além de estar errada, ainda parece uma procissão de idosos para o enterro (craaiooo)! Gostaria de dizer aos senhores e senhoras que não fui eu quem criou os pictogramas e nem a placa, também NÃO FAÇO a menor idéia de quem tenha criado, apenas reutilizei-o para não ficar distante do oficial. E como filho de uma mãe idosa (80 anos) e bastante ativa (minha mãe faz dança do ventre), sei que não é assim que vocês são.
PICTOGRAMA
Lamentável
Desculpem amigos da terceira idade, lamento pelo que foi concebido! Acho que deveríamos realizar um concurso nacional para escolha de um pictograma representativo, realizar um estudo profundo levando em consideração a ótica do idoso, a visibilidade, a compreensão, seu o universo, a acessibilidade, algo condizente, atual  e não apenas vendo o lado (pouco) criativo da criação.
Um beijo para todos os idosos.


Fonte: Pictogramas ABNT/Transporte

sexta-feira, maio 25, 2012

Olá!

Caros: Fui obrigado a dar uma parada nas minhas postagens por pura falta de tempo, estamos em várias empreitadas ao mesmo tempo, mas em breve estaremos ativando nossos comentários e materiais.ok?

terça-feira, abril 10, 2012

Material de divulgação - Bilhete Único Carioca

Foi verificada uma falha de comunicação entre os passageiros, poder público e as possibilidades de recarga do BUC - Bilhete Único Carioca Pré Pago. Nesta ocasião foram avaliadas as formas de divulgação mais comuns e público, verificamos que a venda, do pré pago, é realizada em pequenos comércios de bairros e, na grande maioria das vezes, comprados (BUC) pelos próprios moradores tinha pouca ou nennhuma visibilidade. Oras, se você visita um estebelecimento todos os dias, vê algo novo,de interesse público, agilizará e trará vantagem financeira para outros iguais, você se solidariza e se encarrega de divulgar através da velha fórmula do boca a boca. Bem, primeiro pensou-se num display de balcão mas como o comércio é variado, poderíamos cair na impressão que a divulgação seria de materiais específicos do comércio local, depois folhetos mas as pessoas recebem tanto material na rua que é provável que jogariam fora, sobrou o banner que além de barato, de confecção rápida, é sazonal e móvel podendo ser colocado em lugares bem visíveis.
Também está sendo proposto um material para divulgação do funcionamento de outro modalidade do Bilhete Único Carioca, estamos apenas aguardando apenas uns ajustes paraimplantarmos. Aguardem!

domingo, março 25, 2012

Identidade Visual do Sistema de Transportes Público Local I

Continuando...
O novo sistema (STPL) será integrado com os demais sistemas que compõem a rede de transportes da cidade do Rio de Janeiro, inclusive no que tange ao uso do Bilhete Único Carioca - BUC. Nesta ocasião serão implantados o validador tarifário a exemplo do que existe nos demais meios de transporte e com o mesmo período de validade, ou seja você pode usar dois modais pelo preço de uma viagem. Os operadores por sua vez terão um cartão de acesso ao sistema que servirá com login para a rede de validação e como identificador pessoal (ID). Os veículos farão o papel na rede de alimentador do sistema SPPO - Sistema de Transporte Público por Ônibus, Supervia/Trens) e Metrô (futuramente). Sua abrangência e seus itinerários serão delimitados pelas áreas de planejamento.
A data de implatação ainda não está definida.

quinta-feira, março 08, 2012

PL 1391/2011 - Dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer.

Durante 21 anos fui responsável pela área de design da CET-Rio(Gerente e Diretor) e conheço profundamente da questão do design para o mercado de trabalho e no setor público. Saibam que muitas vezes somos atropelados pela política e, justamente, por não haver regulamentação, código de ética e respeito ao profissional de design/CV. Hoje estou lotado na Secretaria Municipal de Transportes/RJ tentando desenvolver uma política de padronização e normatização, continuo esbarrando na política e na falta de reconhecimento profissional por desconhecimento e pelo próprio afastamento da origem técnica da profissão (nossa culpa e pelos softwares gráficos do tipo WYSIWYG), e, assim, somos rotulados como profissionais de 2°escalão. Temos que nos cotizar e abraçar esse PL, talvez ele não seja o ideal, mas é um começo. Vejo alguns colegas questionarem a entrada de profissionais que não tem formação universitária, como uma grande bobagem, José Zanine Caldas não era arquiteto, Aloisio Magalhães não era design(era advogado), no entanto a história provou o contrário. Temos que a partir da data de publicação avançar e exigir cursos de qualidade, porque tenho visto muita gente despreparada no mercado mas se nos  unirmos podemos melhorar e aprimorar a qualidade dos nossos produtos. NÃO DEVEMOS ESQUECER QUE O BRASIL ESTARÁ CHEIO DE EVENTOS MUNDIAIS. NOSSO MOMENTO É AGORA!

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Intervalo

Caros:
Estou assoberbado de tarefas e , em função disso, me vi obrigado a dar uma parada nas minhas postagens. Não abandonei o BLOG, só dei uma pequena parada. Em breve publicarei coisas novas e atualizarei.
Obrigado aos seguidores!

segunda-feira, fevereiro 06, 2012

terça-feira, janeiro 31, 2012

Olha a camisa do bloco aí gente!


Agora é pra valer!  
Chegaram as camisas do Bloco do Baixo Tijuca. Quer comprar? Só R$10,00.
Estamos esperando por vocês, venham prestigiar o desfile do nosso bloco, que será NO DIA 11 DE FEVEREIRO, À PARTIR DAS 15H, NA PRAÇA VARNHAGEN Nº 15 na Tijuca!
"Se beber não dirija. Se dirigir não beba".
Afinal queremos que todos se divirtam sem exageros e respeitando a lei.Vamos lá Tijucanos, prestigiem.
Que venha o carnaval 2012: 
"Tijuca, Samba, Suor e Guaraná!"...

terça-feira, janeiro 17, 2012

Identidade Visual do Sistema de Transportes Público Local

No dia 06/2/2012 foram publicadas as normas para regulamentação da  I.V*. do transporte público por localização (Serviço de Transporte Público Urbano Local - STPL). Neste pacote foi incorporado,  além da programação visual externa dos veículos, a criação de uniformes para os operadores em duas versões, a tradicional e a de verão. Adotou-se como critério de identidade, a divisão da cidade por áreas de planejamento (totalizando 4 áreas), cores básicas da municipalidade, identificação alfanumérica, divulgação do nome, custeio de produção, o material dos uniformes, os ícones de sinalização, etc...
Segue abaixo as medidas para fixação da nomeclatura, nos veículos:
  1. Fixação do nome: Sistema de Transporte Público Local, para esta ocasião produziremos um material gráfico referencial, detalhando todo o processo de incorporação deste novo sistema ao sitema tradicional;
  2. Cores de identificação dos veículos variáveis em função da área de planejamento;
  3. Logomarca institucional da Prefeitura;
  4. Tipologia de fácil compreensão e leitura;
  5. Numeral alfanúmerico de identificação do sistema;
  6. Telefone da ouvidoria; 
Os uniformes foram criados pensando na facilidade de aquisição, durabilidade e conforto. O padrão é algodão, tecido é o jeans, com dois modelos sendo que um será adotado no verão e preve bermudas para os operadores. A gola da camisa é reforçada com utilização do jeans índigo, ele possui uma maior resistência a transpiração e a lavagem do que outro tecido.A padronização do material aplicado para a Identidade Visual foi amplamente discutida com as partes envolvidas, de maneira criteriosa e pensando sempre na relação custo/benefício.
Os outros modelos tem as cores das barras variando em função das áreas de planejamento e o ordenamento das tarjas, será definidos em função da ordem de
áreas de planejamento, tudo muito sutil e de fácil compreensão.
Também está sendo proposto um material para divulgação do funcionamento deste novo sistema de transportes e seus desdobramentos e outro para  divulgação do Bilhete Único Pré-Pago. Todo esse material está  parcialmente definido, aguardando apenas uns ajustes para obtermos o aval definitivo, nos falaremos adiante.



*I.V. - Identidade Visual

domingo, janeiro 08, 2012

Fechamento de Arquivo II

Me pediram para falar sobre fechamento de arquivo no Page Maker, eu gostaria de deixar registrado que o procedimento para fechamento é quase o mesmo em todos os aplicativos gráfcos(InDesign inclusive), mas para começo de assunto se você realmente deseja realizar seu trabalho sem erros e problemas, o ideal é você contactar a gráfica ou bureau onde pretende realizar seu trabalho, pedir o driver PS da impressora que ela utiliza, mais o arquivo de PPD e, sempre que possível, ter instalado o Adobe Distiller ou outro gerador de PDF profissional na sua máquina, algumas gráficas possuem um manual de procedimentos, pergunte! Possuindo essas ferramentas o resto é relativamente simples .
Como realizar o fechamento

Neste BLOG existem dois arquivos explicando e detalhando o procedimento para fechamento de arquivo em PDF no Corel, deem uma olhada nos links "Fechamento de Arquivo I" e no "Erros de Fechamento" eles são bastante esclarecedores e ,independente da versão que você utiliza, são de fácil compreensão.
  • Gerando o arquivo PS:
  1. Escolha imprimir (ou Ctrl+P), nessa janela selecione a impressora/printer (no nosso caso a Impressora PS da gráfica), clique em configuração, encontre os arquivo PS e PPD fornecidos pela gráfica;
  2. Em "Print Paper", selecione na caixa "size" o formato "custom", em seguida personalize o tamanho de acordo com seu trabalho;
  3. Marque as caixas referentes a sangria, marcas de corte, informações do arquivo, etc (sempre deixe uma margem de segurança no entorno da arte de aproximadamente 25 mm) ;
  4. Selecione ALL para imprimir todas as folhas (caso esse seja o seu caso);
  5. Na caixa Print Options escolha pelo botão Browse o local onde você via salvar seu arquivo;
  6. Lembre-se: GRÁFICA TRABALHA(GENÉRICAMENTE) COM SISTEMA CMYK, se você quiser usar cores específicas use da escala panatone, identifique especifique as cores;
  7. Observe se as imagens do seu trabalho estão devidamente linkadas, com no mínimo 300 DPI e não use cor de registro no lugar do preto (preto é preto);
  8. Informe-se com a gráfica sobre lineatura de saída utilizada pela mesma e o formato adequado antes de fechar o arquivo;
  9. Verificou tudo? Salve o arquivo PS;
  10. Abra o Acrobat Distiller ou outro programa para conversão em PDF, copie o arquivo da fornecido pela gráfica para a pasta do Acrobat/Distllr/Settings para este caso especificamente (ou diretamente no programa que você esteja usando);
  11. Abra o Distiller e selecione em "Opções de Tarefas" o arquivo da gráfica que você copiou anteriormente;
  12. Arraste seu arquivo PS para dentro do Distiller, ele gerará automaticamente um PDF com as configurações que você determinou;
  13. Confira todos os ítens que você programou;
  14. Pronto...
Qualquer dúvida envie um e-mail!

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Workwear, work clothes and Uniform II(continuação)

Uma característica dos uniformes e roupas de trabalho advém da sua empregabilidade no dia-a-dia do usuário, algumas das características são bem clara na usabilidade dos uniformes militares, elas são provenientes das escaramuças nas primeiras guerras e são baseadas em peças para proteger áreas consideradas vitais para a vida, ferramentas de defesa e combate (armas). Os uniformes de trabalho seguem o mesmo conceito dos uniformes de campanha só que o foco é a produção, a industrialização e o inimigo são os acidentes de trabalho. Observe uniformes romanos e a indumentária da tropa de choque da polícia militar do Rio de Janeiro, veremos que, o básico, é bastante similar. Usei um uniforme militar como comparativo, porque as evidências são claras, objetivas e fazem parte do nosso dia, mas chegarei aos uniformes de trabalho.
A evolução dos materiais empregados para confecção acompanham a evolução das técnicas de tecelagem, da metalurgia, do curtume, da criatividade e, pasmem, da agricultura...Agricultura, como assim? você deve estar se perguntando! Mas vamos raciocinar e recordar que falei sobre tecelagem! Algodão, linho, ratan, cana-da-índia. etc...várias destas plantas foram usadas pelos nossos ancestrais para confeccionar roupas e artefatos, não é verdade! Então na substituição das peles nada mais óbvio que usar aquilo que a natureza nos dá e tecer. O pau-brasil foi usado durante séculos como forma de tingimento dos tecidos, mas infelizmente o homem agricultor (na antiguidade), acreditava que cultivar a terra era coisa para fracos, era preguiçoso, extrativista e nômade, estamos quase levando a extinção essa árvore que nos batizou. Hoje o somatório de técnicas, materiais, evoluiu e avançamos na tecelagem industrial, com o advento de outros materiais, inclusive o plástico, evoluimos e hoje existe uma infinidade de possibilidades, mas tudo começa na sagacidade e na necessidade do homem para se adaptar ao meio.

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