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Este blog é um canal aberto ao debate sobre Design em geral. Aqui vamos falar sobre Artes Gráficas, Identidade Visual Corporativa, Impressos Fiduciários, Design Comercial, Desenvolvimento Sustentável, Novas Tecnologias, Publicidade Viral, Marketing, Mershandising, Endomarketing, Redes Sociais, etc...Vamos trocar informações? Conto com vocês colegas designers e estudantes.



Agora é pra valer! 

áreas de planejamento, tudo muito sutil e de fácil compreensão.
Também está sendo proposto um material para divulgação do funcionamento deste novo sistema de transportes e seus desdobramentos e outro para divulgação do Bilhete Único Pré-Pago. Todo esse material está parcialmente definido, aguardando apenas uns ajustes para obtermos o aval definitivo, nos falaremos adiante.


Uma característica dos uniformes e roupas de trabalho advém da sua empregabilidade no dia-a-dia do usuário, algumas das características são bem clara na usabilidade dos uniformes militares, elas são provenientes das escaramuças nas primeiras guerras e são baseadas em peças para proteger áreas consideradas vitais para a vida, ferramentas de defesa e combate (armas). Os uniformes de trabalho seguem o mesmo conceito dos uniformes de campanha só que o foco é a produção, a industrialização e o inimigo são os acidentes de trabalho. Observe uniformes romanos e a indumentária da tropa de choque da polícia militar do Rio de Janeiro, veremos que, o básico, é bastante similar. Usei um uniforme militar como comparativo, porque as evidências são claras, objetivas e fazem parte do nosso dia, mas chegarei aos uniformes de trabalho.
A evolução dos materiais empregados para confecção acompanham a evolução das técnicas de tecelagem, da metalurgia, do curtume, da criatividade e, pasmem, da agricultura...Agricultura, como assim? você deve estar se perguntando! Mas vamos raciocinar e recordar que falei sobre tecelagem! Algodão, linho, ratan, cana-da-índia. etc...várias destas plantas foram usadas pelos nossos ancestrais para confeccionar roupas e artefatos, não é verdade! Então na substituição das peles nada mais óbvio que usar aquilo que a natureza nos dá e tecer. O pau-brasil foi usado durante séculos como forma de tingimento dos tecidos, mas infelizmente o homem agricultor (na antiguidade), acreditava que cultivar a terra era coisa para fracos, era preguiçoso, extrativista e nômade, estamos quase levando a extinção essa árvore que nos batizou. Hoje o somatório de técnicas, materiais, evoluiu e avançamos na tecelagem industrial, com o advento de outros materiais, inclusive o plástico, evoluimos e hoje existe uma infinidade de possibilidades, mas tudo começa na sagacidade e na necessidade do homem para se adaptar ao meio.![]() |
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Falar sobre workwear, work clothes e uniform é falar sobre a história do homem, as palavras(em inglês) parecem ter um significado igual na essência mas as usabilidades nas atividades de trabalho são diferentes, vestuário de trabalho, roupas de trabalho e uniformes seja qual for a interpretação da tradução existem diferenças que veremos mais a frente. Para exemplificar tenho que voltar aos primórdios da história da humanidade, na adequação da indumentária ao meio ambiente, das guerras e chegando até a revolução industrial. Vamos imaginar que você é um homem pré-histórico e sua tribo tem como habitat uma determinada região e que, por sua vez, dispõe de determinadas plantas ou pigmentos ou animais (peles) ou outro item qualquer que sirva de referência ao local de origem da tribo.Imaginou? É mais ou menos por aí que tudo começa. Voltando ao local onde os grupos habitavam, acredito que o homem pré-histórico usava como indumentária peças confeccionadas em materiais encontrados na natureza local, que dependendo da região não usavam nada além de peles de espécie de animais ou pinturas feitas com material encontrado com frequência na sua região, mas aí já começa o diferencial: Eles eram nômades!...Então como os grupos se diferenciavam? Eu creio que pelo fato dos grupos serem pequenos e familiares, esse fato acentuava a consanguineidade e evidenciava características genéticas, uniformizando os grupos pelas similaridades físicas, comportamentais e na roupagem através de peles dos animais mais comuns em seu habitat. A descoberta do curtume e da tecelagem proporcionaram um salto na qualidade das roupas e na criação das roupas de trabalho.
Uniformizar: Tornar uniforme, ter uma única forma, o que não varia, análogo,etc...essa é a definição da palavra. Mas a evolução da indumentária de trabalho passa por várias outras nuances, como a descoberta das técnicas de tecelagem, do curtume e dos metais, com certeza deram um upgrade determinante na maneira de como nossos ancetrais se vestir, muito disso em fusão com os materiais encontrados na natureza local e no desempenho de suas funções. As roupas de trabalho, roupas típicas e, sobretudo, os uniformes de guerra, são provenientes das necessidades do homem em relação ao seu meio.
Quem falou que sinalização de trânsito não pode ser criativa? No ano de 2002 foi implantado, na cidade do Rio de Janeiro, um projeto de sinalização diferenciado para as travessias nas escolas municipais, essa sinalização tinha que sair do lugar comum da sinalização de trânsito tradicional e criar um atrativo para a travessia das crianças em idade escolar do 1º segmento. Na ocasião trabalhávamos para a companhia gestora do tráfego e ficamos com a incubência de elaborarmos um projeto de sinalização gráfica horizontal diferenciada; a engenharia da companhia desenvolveu um projeto mas este não agradou a administração da época, então nos foi solicitado algo mais criativo. Pensamos em várias pinturas com situações infantis, amarelinha, xadrex, jogo da velha, etc...mas todas esbarravam num problema comum para sinalização nas portas das escolas: SEGURANÇA. Bem, não poderíamos inventar algo absurdo e muito menos desviarmo-nos do que é previsto no código de trânsito - CTB, então sugerimos um COMBO entre a sinalização existente e algo mais solto, mas sem esquecer da responsabilidade em manter a sinalização horizontal tradicional como referência da legislação de trânsito. Segue uma descrição suscinta do projeto:
Projeto Especial de Sinalização Escolar

Consiste na mesclagem da sinalização horizontal e vertical padrão CTB, mais uma sinalização especial horizontal desenvolvida nas cores da Identidade Visual da cidade. Esta sinalização foi realizada com laminado elastoplástico, de 1,5 mm de espessura, nas medidas e cores codificadas pela escala pantone para os símbolos/setas (nas cores azul, amarelo e preto). A faixa vermelha deverá ser em laminado elastoplástico em faixas de 1,5 mm de espessura e 100 mm de largura e comprimento linear variável conforme área a ser aplicada. A aplicação do material elastoplástico deverá ser realizada, tomando como base o eixo central da via em direção as sarjetas mantendo o mesmo comprimento das faixas de retenção e, a mesma distância da faixa, em relação ao meio-fio.A aplicação deverá ocorrer em vias de mão única (sempre começando pelo eixo central) com conjunto de ícone de 750 mm e, sempre que possível, com um ícone na cor amarela sobre fundo azul. Nas vias em que possam ocorrer metragens com números que não sejam múltiplos de 750 mm ou que não fechem com um conjunto completo, a área restante deverá ser dividida por dois e complementada com a cor subsequente a penúltina cor aplicada nas pontas da faixa. Nas vias de mão dupla, junto a faixa de pedestres, será adotada no divisor central das faixas de rolagem, uma faixa vermelha de 200 mm para cada lado (em relação ao eixo central da via) e ,em alguns casos que a área restante não seja múltipla de 750 mm, também será aplicada da mesma forma descrita acima. A disposição dos ícones junto a faixa de retenção deverá obedecer o
sentido das setas caso existam, na inexistência obedecer a norma de manter sempre (os ícones) ao lado direito do pedestre em relação a travessia. Essa sinalização por si só era altamente chamativa e ficou mais, ainda, com a sinalização vertical e horizontal oficial suplementar.

O interessante nessa sinalização é que você pode inserir qualquer iconografia no COMBO na área ilustrativa, deve apenas se preocupar com o que você vai inserir como imagem e nunca esquecer a sinalização de advertência de área escolar do CTB. Nós optamos em indicar onde é a área de segurança para travessia do pedestre através das setas indicativas. Nossa idéia era ![]() |
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| Frente |
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O modelo de camisa desenvolvido para o Bloco do Baixo evoluiu e antes que uns amigos chatos façam algum tipo de comentário capicioso (hahaha) vou repetir: O lay-out
foi idealizado pelo meu amigo Fausto Maia (grande artista plástico e
cenógrafo), mas como ele não tem expertise com computadores (o que não é
desmérito nenhum), finalizamos a arte e aproveitamos a
oportunidade para realizarmos algumas alterações no lay-out transformando-o em algo comercialmente agradável e técnicamente viável para confecção digital (ENTENDERAM...rs).